domingo, 21 de julho de 2013

Muito mais que uma bucetinha gostosa... Nayara

Numa certa manhã de 2010 o telefone da minha casa toca:
“-Oi?”
“-Oi, minha “Suequinha totosaaaa”?”
“-NAYARA??????”
“-E aí, minha linda, como é que vai esse fogo, vadia?”
“-Nayara??  Caralho, num tô acreditando, cara, é tu mesmo??”
“-A própria, minha linda! E aí, como é que tá as coisas contigo, hein? Já casou?”
“-Não acredito, não acredito, não acredito... nossa, pensei que nunca mais eu fosse ouvir a tua voz, mulher!! Aonde é que tu tá, tu voltou??”
“-Calma, Suequinha, eu voltei sim, cheguei ontem pela noite aqui no Rio, tô aqui em Ipanema, e... tô com tanta saudade de ti, minha linda, que eu só pensava em te ligar na hora em que eu pusesse meus pés de novo no Rio, sabia??”
“- Então vamo se encontrar, mulher, vamo marcar um encontro agora mesmo pra matar essa saudade toda. Nossa, nossa, nossa, nossa, nossa, eu não acredito que tu voltou pra mim, meu amor! Pensei que eu tinha te perdido de uma vez...”
“-vamo sim, meu amor, vamo se encontrar logo, eu também não vejo a hora de te ver e encher essa tua boca gostosa de beijo... sem falar que eu tô louquinha pra chupar essa bucetinha que tanto me fez falta durante esse tempo todo que estive na Espanha... vamo, vamo se encontar, eu tô aqui num hotel de frente pra praia que tem uma cama maravilhosa esperando pra ser desarrumada. Tu ainda tá morando no mesmo bairro aí em Niterói?”
“-Tô, claro, claro, na mesma rua, na mesma casa... tu num esqueceu não, esqueceu??”
“-Não, amor, eu não esqueci não... só tô perguntando porque eu quero que tu tome aquela ducha bem caprichada, coloque um vestidinho daqueles que tu sabe que eu adoro te ver, uma calcinha bem safada e um perfume bem cheiroso entre esses peitos gostosos que eu vou mandar um motorista ate aí te pegar, ok??”
“-Claro, claro... nossa, nossa, não acredito, só pode ser um sonho mesmo... mas, peraí, que estória é essa de motorista, Nayara? Ficou rica foi?”
“-Deixa quieto, depois eu te explico... primeiro eu quero te encontrar e matar essa saudade que eu tô sentindo de ti... tô louquinha pra te fuder todinha, Meghy, pra te dar uma surra de língua até tu desmaiar de tanto gozar, sua safada filha da puta, rsrsrsrsrssr!”
“-Aieeeehhhrr, não fala assim não, se não eu gozo aqui mesmo com esse telefone na mão, sua maluca, deixa eu chegar aí, deixa? Se tu souber o quanto a minha xoxota tá alegre, minha gatinha... aliás, minha mãozinha tá fazendo cafuné nos pelinhos dela agorinha mesmo, sabia?”
“-É, safadinha? Tua mãozinha tá bolinando essa bucetinha que eu tanto amo, tá vadia? Então mete um dedinho nela e faz de conta que é a minha língua, faz!! Esfrega bem gostoso a tua mãozinha nela, esfrega, minha Suequinha safada!!”
“-Tô no chão da salaaaahh... tô deitada no chãooohh... tô com as pernas abertas e com minha mãozinha dentro do meu shortinhoooohhhrr... ai que delícia socar minha bucetinha pensando em ti, sabia, minha gata gostosaaaa... hummmmmm... aaiiii... aaaieeeehhhrr... ummmm....”
“-Safadaaahhh... tu é uma filha da puta bem safada, sabia, Meghy... tu tá me deixando louca e toda molhadinha... aqui neste hotel... sozinha e carente... doida pra fuder contigo a noite toda... hummmmmm...”
“-Ai,  Nayaraaaaahhhrrnnn... eu acho que vou... vou... eu... ummmmm... vou gozaaahhhrr... aaaiieeeehhhhrrmmm... ummm... que deeee.... deliiiccciiaaaaarrr...ummmmm.. OOOOooohhhh...”
“-Não não não não, para, para minha linda, não quero que tua chegue aqui exausta...polpe seu fogo, vou desligar, ok? tô te esperando chegar, ok? Vem logo, vem, que eu tô te esperando, minha Suequinha totosa!”
Bom, foi mais ou menos isso o que falamos quando recebi tal ligação... lembro de algumas coisas, de outras não... só sei que eu quase tive um troço ao falar com a Nayara e me masturbar ao mesmo tempo.
Neste dia eu me arrumei como nunca me arrumei na vida... pensando somente nos olhos da Nayara quando me visse... depois de tanto tempo sem nos vermos ou nos falarmos.
Tempo mais tarde o tal motorista chega em minha porta e toca a capainha... eu já estava prontinha, do jeito que ela me pediu, fui toda alegre e cheinha de tesão, pois, a noite prometia muito... e após certo tempo de estrada e transito eu chego no tal hotel em Ipanema... era um baita hotel de luxo...  então na recepção o motorista me deixa enquanto liga pra Nayara... que desce minutos depois de elevador e... quando me vê abre um sorriso maravilhoso, tão lindo quanto seu rosto alegre e carismático... ela veio em minha direção caminhando apressada e já abrindo seus braços... ela estava mais linda do que sempre foi... nos abraçamos emocionadas por um bom tempo ali no hall do hotel, entre muitos hóspedes que ao nosso redor transitavam... nossa, que saudade... parecíamos sentir, ali, naquele abraço demorado, toda as experiências bem vividas e curtidas por nós na época de adolescentes... foi uma explosão de sensações que não cabia em nós... ela foi as lágrimas enquanto eu tentei segurar meu choro, disfarçando ser forte... péssima ideia, pois, bastou eu olhar pro rostinho lindo dela emocionado pra desabar em choro... nos abraçamos mais ainda, mais forte ainda...
Querem saber quem é a Nayara? O que afinal ela representa pra mim?
Bom... certa vez na sala de aula eu fiquei sabendo pela outras garotas da turma que ela estava noiva... sofri, pois, a Nayara, além de minha melhor amiga desde a infância, era a garota que me fez descobrir meu desejo por mulheres... e eu estava gostando muito dela nessa época, aliás, eu também namorava um garoto na minha sala de aula... eu tinha 18 e ela 20, ela sabia que eu era bissexual e... ela me dava todas as amostras e pistas que também curtia mulher... e que tava a fim de mim... já havíamos até falado a respeito de ficarmos juntas e... namorarmos escondidas. Enfim, fiquei de mal com ela e passei alguns dias sem falar com ela... me senti traída, iludida. Contudo eu gostava tanto dela que abafei minhas emoções e tentei conviver com o fato dela estar noiva, e viver como simples amigas que sempre fomos. Mas, ela sabia que eu tinha um amor intenso e uma admiração apaixonada por ela.
No dia seguinte ela veio em minha casa, com a intenção de se explicar melhor, de deixar claro o porque que ela resolveu se casar com um homem, já que eu tinha certeza que era a mim que ela amava... brigamos sim, discutimos até chegarmos ao choro... era uma mistura de raiva e decepção vindo de ambas as partes... eu me sentei no sofá e desabei no choro, com minhas mãos no rosto para ela não ver... foi aí que ela veio pra cima de mim e tirou minhas mãos do meu rosto a força, pedindo pra eu olhar pra ela, jogando o corpo dela por sobre o meu e me beijando como jamais havíamos nos beijado antes... eu deixei, pois, a sensação foi gostosa demais... aquilo estava enlouquecedor, a nossa raiva nos pressionou a nos comermos ali, naquele sofá, a Nayara sempre foi mais forte que eu, tanto que rasgou minha blusa num supetão e mamou meus peitos como se fosse arrancá-los, tudo isso enquanto me agarrava e me beijava violentamente... minha língua era chupada pelos lábios dela com uma fúria que me deixou zonza... então eu não resisti e deixei de tentar lutar com ela... me entreguei a vontade dela e nos abraçamos com fúria, com nossos braços e pernas entrelaçados, uma por cima da outra, escorregamos e caímos no carpete ao chão do sofá e saímos rolando abraçadas, sem deixar de nos beijar e nos chupar os peitos e pescoços... gemíamos e sussurrávamos enlouquecidas sem nos preocuparmos se os vizinhos estavam escutando... Nayara desceu sua boca deliciosa por entre meus peitos até o meio de minhas pernas arreganhadas pra ela... minha saia tinha subido até a cintura por conta dos movimentos afoitos que fizemos, então ela arrancou minha calcinha e atolou sua língua inteirinha entre os lábios da minha buceta... me contorci de tesão... gemi descontroladamente, com meu ventre latejando conforme as sensações surreais que a língua da Nayara me causavam... gozei... gozei com a cara dela entre minhas pernas... depois ela veio até minha boca, me beijando com o gosto da minha bucetinha em seus lábios...  nos beijamos tão forte que acabei ferindo os lábios dela... ela gemeu de dor, eu a chamei de safada e prendi sua cabeça entre minhas mãos em seu rosto, e a beijei mais e mais... bebi cada gota de saliva que consegui tirar de sua língua deliciosa...
Então ela ficou ajoelhada entre meu corpo deitado no carpete e entre minhas pernas arreganhadas, tirando sua blusa e sua bermuda... deixando eu expiar e me deleitar com seus maravilhosos peitões rosados e com a sua buceta raspada e inchada... eu pedi pra ela vir pra cima de mim e deitar de frente por sobre o meu rosto, colocando sua bucetinha bem na minha boca... ela veio e aconchegou aquela sua xoxotinha linda e cheirosa bem na minha boquinha aberta... aí eu chupei a safada enquanto ela mexia sua virilha de encontro a minha cara, como se estivesse fudendo minha língua com sua xota... até que ela gozou... cheguei a me engasgar com um pouco do líquido vaginal que o gozo dela fez expelir dentro de minha boca... na hora do gozo, entorpecida, ela deitou de costas no carpete, ainda ofegante e soluçando gemidos, e eu fui pra cima daquele seu corpo maravilhoso, e beijei ela da boca aos pés... nunca vi a Nayara gozar tanto... nunca vi ela me agradecer tanto pelo prazer sentido... foi nossa primeira transa.
Ao final ficamos de boa ali deitadinhas, nuas, suadas e nos acariciando, fazendo juras de amor uma pra outra e tentando pensar num jeito, numa saída de continuarmos juntas... mas, não havia saída por enquanto.
Por conta de seu noivado ela mudou de bairro... passamos a nos falar apenas por telefone... até que ela anunciou a data de seu casamento e me convidou, deixando à minha escolha ir ou não a igreja. Eu fui... contive minha paixão por ela e fui... nossa, ela tava linda de noiva... perfeita... e ia casar com um homem muito gentil e bonito... eles dois formavam um típico par “normal” aos olhos de todos ali presentes... pois, caso o par dela fosse eu naquele altar... certamente nós duas seríamos excomungadas... as lágrimas desceram de meu rosto e borraram minha maquiagem na hora em que ouvi ela dizer sim. Já o beijo que selou tal comunhão foi como um tiro no meu peito. Só eu sei o que eu senti enquanto assistia ao meu amor se esvair de meus sonhos daquela forma... Perdi ali a Nayara de vez... a minha linda Nayara...
Mas, pra minha felicidade esse casamento, por vários motivos que não sei explicar aqui, durou pouco... uns três meses e ela estava de novo em meus braços... dessa vez estávamos nos vendo todos os dias, e sempre transando a vontade, realizando todas as nossas fantasias e delírios sempre quando queríamos... minha mãe, sabendo da minha bissexualidade nos deu proteção... enfim, estávamos felizes.
Contudo, o seu pai, um Espanhol, por conta de seu trabalho teve que voltar pra Espanha. Levando os demais filhos, esposa e ela, a Nayara. Não tinha como ela ficar morando em minha casa comigo, pois, nem mesmo tínhamos terminado os estudos, e seus pais nem sabiam que ela era sapata... então, pra evitar maiores problemas ela foi com eles... daí em diante eu jamais voltei a ter notícias dela.
Até que eu recebi, nesta certa manhã do ano de 2010 esta tal ligação que me deixou esperançosa, como puderam ver no início deste relato.
E quando nos encontramos nesse hotel de Ipanema, passada a emoção do reencontro ali no Hall e as lágrimas, ela me convidou pra subir com ela para o seu quarto aonde ela estava hospedada... entramos no elevador, ansiosas para nos beijarmos, pena que junto de nós havia dentro do elevador umas duas outras pessoas... evitamos e seguramos nosso ímpeto e fogo latente para não chocar aquelas pessoas ali pertinho, deixando o beijo para depois... mesmo que nossos olhares trocassem pensamentos dos mais libidinosos. Chegamos ao corredor aonde ficava seu quarto, saímos do elevador de mãos dadas e quase correndo tamanha a nossa pressa em caminhar em direção a porta do quarto dela... ela abriu a porta e me puxou pra dentro do quarto, agarrando-me de imediato e impulsivamente pela cintura e me roubando um delicioso beijaço bem babado... abríamos nossas bocas de uma forma que parecia que íamos nos engolir vivas... pressionando com tamanha força nossos lábios que chegou a causar dor... eu estava encostada na porta ainda aberta, e ela estava entre minhas pernas, com seu corpo colado ao meu, suas mãos acariciavam todo o meu corpo, das coxas ao peitos, amarrotando meu vestido, as vezes levantando-o e deixando a mostra minhas coxas e ancas... eu me mantinha abraçada em seu pescoço enquanto não desgrudávamos nossos lábios afoitos... lembro que vez e outra alguns hóspedes passavam no corredor e se assustavam com a cena... dois mulherões ali, se comendo a base de lambidas, chupadas e beijaços descontrolados...
Então ela me puxou de vez pra dentro e fechou a porta, voltou a me empurrar de costas para porta  e recomeçou os beijos, beijou meus olhos fechados, minha testa, minhas bochechas e foi descendo até meus peitos... desci as alças de meu vestido e deixei meus peitos de frente pra cara dela, que ficou admirando-os por alguns segundos e caiu de boca em meus mamilos enrijecidos... nossa, que saudade daquela boca me mamando gostoso... e só a Nayara sabia como ninguém mamar meus bicos a ponto de me fazer tremer de tanto prazer... enquanto ela me mamava sua mão agia livre por dentro de minha calcinha,massageando minha xoxota já completamente molhada... eu gemia toda dengosa... pois eu sabia que ela adorava quando eu bancava a manhosinha pra ela... isso a deixava com mais tesão ainda... ela adorava nessas horas me chamar de meu bebê. Então ela se ajoelhou entre minhas pernas, pegando uma perna minha e colocando por sobre seu ombro, ali, abaixada de cara pra minha buceta... me chupando os lábios vaginais e deslizando a ponta de sua língua deliciosa bem no meu grelo...
Eu rebolava minha virilha alucinada, com minhas mãos por trás da sua cabeça, puxando a cara dela, quase sufocando ela de encontro a minha bucetinha cheia de tesão por conta das chupadas que eu levava sem parar... gozei... soltei um puta grito histérico... como se em mim havia um orgasmo preso a anos, louco pra ser libertado... e foi... tanto que bambeei as pernas e cai de joelhos, de frente pra ela, com sua boca linda toda lambuzada do meu suco... me abracei a ela como se agradecendo pelo gozo, e juntas deitamos no chão do quarto e lá ficamos uma por sobre a outra, nos beijando e chupando nossas línguas... nos levantamos trôpegas, enternecidas pelos gestos afoitos e pelo fogo sempre latente... fomos rumo a cama e nela nos jogamos... era uma imensa cama bem macia e com lençóis de seda pura... ela veio pra cima de mim e recomeçaram as chupadas... só que dessa vez com muita delicadeza e tempo para o tempo... eu, com minha cabeça num imenso travesseiro, tentava ficar de olhos abertos para não perder a beleza que era vê-la chupando minha buceta, ali, deitada entre minhas coxas arreganhadas... e de lá ela me olhava, me encarava nos olhos enquanto sua língua movimentava de cima a baixo de minha xoxota semidepilada... apertei meus peitos que estavam inflados de tão rijos... gozei... soltando uma espécie de ronronado... em seguida fizemos um 69, era lindo ver de pertinho aquela buceta rosada tão inchadinha e carnuda... meti minha língua com vontade e chupei ela pra valer enquanto era chupada também... gozamos quase na mesma hora... ela primeiro e eu em seguida... depois ela veio por cima de mim,colocando uma perna sua atravessada entre as minhas pra que pudéssemos esfregarmos nossas bucetas uma na outra... era lindo ficar observando a Nayara dali de onde eu estava, vendo aqueles seus peitos peitões gostosos chacoalhando por conta do movimento frenético que ela fazia ao esfregar a buceta dela na minha... gozei de novo... e quando ela gozou ela jogou seu corpo suado e inebriado de sensações por sobre o meu... aonde ficamos abraçadinhas... pernas entrelaçadas em meio ao lençol amarrotado daquela cama imensa...
E enquanto ela me beijava sutilmente seus dedos estavam atolados na minha buceta, socando, socando, socando... e cada vez mais rápido... até que gozei de novo... olhos fechados e corpo arrebato por esparmos que me deixaram zonza... lembro direitnho da minha buceta pulsando sem parar e das partes externas de minhas coxas, próximas a minha xota, tremendo de tanto tesão pós orgasmo...
Fiquei ali, deitada, tentando me recuperar o quanto antes... suadérrima e com o corpo mole... de certa forma lesado por causa da explosão de sensações que a gostosa da Nayara havia me proporcionado... eu sempre fui ativa numa transa... seja com homem ou com mulher, mas, diante a Nayara eu me deixava ser levado pela vontade dela, afinal, ela sempre foi minha musa e professora em gozo intenso....
Nossa, foi uma das transas, se não a melhor transa da minha vida... parecia até que todas as outras transas que tive na vida foram um preparatório para esta transa em específico... nós duas nos entendíamos maravilhosamente bem na cama... sabíamos decorado todas as nossas zonas erógenas... sabíamos como cada uma gostava de ser beijada e tocada.
Tomamos banho juntinhas na banheira, ela sentada atrás de mim, com suas pernas abertas e eu ao meio dela... ela ensaboava meus peitos e jogava água por sobre... delicadamente... hora e outra ela dava deliciosos beijinhos em minhas orelhas e pescoço, sem falar do montão de elogios que e ela me falava ao pé do ouvidinho, chegou até a cantar baixinho a nossa música preferida, VOCÊ, do Tim Maia... Nossa, que gostoso. Queria que o tempo parasse naquele dia.
Já recompostas e arrumadas, ela me convidou pra comermos alguma coisa no restaurante do hotel, e lá, ela pediu o que eu quis e pagou, com direito a duas taças de um vinho delicioso... só que aí veio a parte ruim da estória, afinal, toda estória de amor verdadeiro tem um lado triste... pois eis que ela me falou que havia voltado pro seu ex marido... e que tinha um casal de filhos com ele, e que só voltou ao Rio pra saber como eu estava... pois estava com muita vontade de me ver. Só isso e depois ela voltaria no dia seguinte.
Enfim... eu já tive algumas decepções em minha vida, mas, nada tão forte e dolorido quanto isso... até então não me envolvo sério com mais ninguém, nem com homem e nem com mulher.
 
Obrigada por lerem este relato e comentem, por favor!!

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